quinta-feira, 9 de setembro de 2010

COMERCIAL DE TV

No comercial de televisão vemos claramente que se trata de uma mensagem plurissígnica, por obter a junção de signos verbais e não-verbais.
O comercial escolhido é da cerveja Itaipava. O comercial utiliza-se de estereótipos o tempo todo, mostrando pessoas jovens na praia, felizes e tomando a cerveja Itaipava.
Além disso, é utilizado um jingle, que utiliza linguagem completamente informal e normalmente tem maior fixação e é mais facilmente lembrado pelo consumidor. Ao final do jingle é utilizada a repetição do slogan “Itaipava é sem comparação”.


PROPAGANDA


Neste anúncio do Ford Fusion são utilizados elementos verbais e não verbais. Portanto, trata-se de um texto plurissígnico. A frase “The city is in your hands.” (A cidade está em suas mãos.) é complementada com a imagem de uma chave com um logotipo da Ford e o recorte da chave imita o formato do skyline de uma cidade. Passando a idéia de que quem tem um Ford Focus tem toda a cidade nas mãos através do carro. É um jogo de palavras usado para dar a sensação de poder que os proprietários do carro teriam (aspecto semântico).

SPOT

O spot para rádio escolhido foi da campanha sobre o “Aleitamento Materno”. Trata-se de uma mensagem não-verbal, pois é constituída por signos auditivos.
A propaganda foi uma campanha da UNICEF, com o intuito de informar as mães sobre os benefícios que o leite materno traz para os bebês recém-nascidos. A propaganda utiliza uma linguagem simples e objetiva, dessa forma sendo compreendida por todos os ouvintes, independentemente de classe social.
Aspecto Fonológico: Na fala da criança no final do áudio “Saúde, educação, igualdade e proteção”. No caso, as palavras ”educação” e “proteção” rimam.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Lojas abandonam a comodidade dos Cartões



Lojas do Bom Retiro deixam de utilizar os serviços oferecidos pelos cartões de Débito e Crédito. O principal motivo que levou ao abandono do conforto na utilização dos serviços foram as altas taxas cobradas pelas redes que fornecem tal forma de pagamento.
Há aproximadamente seis meses, lojas que aceitavam pagamentos em cartão deixaram de aceitar ou estabeleceram valores mínimos para as compras a Débito e Crédito. Lojas deixaram clara a mudança; sinalizando, através de placas e avisos, a todos os clientes e consumidores. Entre as lojas da região, a loja Malagueta, alerta: “Não aceitamos mais cartões. Favor não insistir!”.
A atitude dos comerciantes tem o objetivo de diminuir os gastos com as tarifas aplicadas pelas redes MasterCard e Visa. Quanto as respostas recebidas pelas empresas criticadas, a Visa diz que esses são os valores justos aos serviços. Não houve resposta por parte da MasterCard.

Postado por: Lucas Franchi

Empresas de cartões geram polêmica em São Paulo

Tumulto é causado no Bom Retiro, centro de São Paulo, por lojistas que estão boicotando marcas de cartões pelo aumento abusivo das taxas cobradas, que, segundo Mariana Silva, representante comercial da empresa Visa, são compatíveis aos serviços prestados pela empresa.


Comerciantes estão indignados com esta situação e resolveram tomar providências contra isso, chegando a estipular um valor mínimo a ser gasto por cliente ou até mesmo abolindo de vez a aceitação de qualquer tipo de cartão.

O proprietário da loja Malagueta, César de Oliveira, colocou grandes placas que alertam ao consumidor que não aceitam mais cartões, ele diz não gostar da situação, pois recebe inúmeras reclamações de clientes, além de ter tido uma baixa significativa nos lucros, mas contrapõe afirmando que as taxas cobradas pelas empresas Visa e Mastercard ultrapassam os valores que obteve de perda.

Giovanna Bianchini

Crise no centro da cidade

Desde a manhã de hoje, vários comerciantes promovem boicote aos cartões para pagamentos com valores considerados “baixos”, em Bom Retiro. Há cerca de seis meses, a recusa está aumentando por parte das lojas que o aceitavam, os donos não comentam o assunto, muitas lojas nem aceitavam os cartões e mesmo assim aderiram ao boicote.
Na loja Malagueta, grandes placas alertam o consumidor: “Não aceitamos mais cartões. Favor não insistir”.
Foram entrevistados alguns donos das lojas envolvidas, e estes informaram que, o motivo do boicote foram as taxas altíssimas dos cartões Visa e MasterCard.
Também foram entrevistados alguns consumidores, e estes informaram estar indignados com a atitude tomada pelos lojistas, informaram à redação que essas lojas passaram a exigir valor mínimo de pagamento (R$ 50 no débito e R$ 100 no crédito). Disseram também estarem indignados, já que não há caixas eletrônicos por perto, ficando sem opções para pagar até um simples almoço.
Contatamos as empresas:
A MasterCard: não respondeu às críticas dos lojistas, mas informou aos repórteres que irá verificar as porcentagens.
A visa só diz que as porcentagens são compatíveis com os serviços prestados, e que por hora, não alterará os valores.

(Postado por: Camila Generato)

Não aceitamos mais cartões

Na região do Bom Retiro, bairro famoso pelo comércio de roupas, é cada vez mais comum encontrar entre as centenas lojas avisos como o encontrado na loja Malagueta: "Não aceitamos mais cartões. Favor não insistir“. O aviso se repete em diversas outras lojas do bairro.

Muitas das lojas do bairro já não aceitavam esse tipo de pagamento e há cerca de 6 meses o número de comerciantes recusando pagamento com cartões vem aumentando.

Das lojas que ainda aceitam pagamento com cartão, muitas passaram a exigir um valor mínimo de pagamento - R$ 50,00 no débito e R$ 100,00 no crédito – numa tentativa de evitar os prejuízos. Parte das reclamações refere-se às taxas cobradas pelas operadoras, consideradas abusivas por muitos dos comerciantes.
Procurados pela reportagem, os comerciantes não quiseram comentar o assunto. Alegando apenas que tem o direito de determinar quais formas de pagamento são aceitas em suas lojas.

A assessoria de imprensa da operadora VISA informou, em nota, que as porcentagens cobradas são compatíveis com os serviços prestados e negou que enfrente qualquer tipo de problema com os lojistas. A Mastercard também foi procurada, mas não quis se manifestar.

(postado por: Ana Paula Igual)